Este é uma animação antiguinha, cuja mensagem contudo, ainda não se disseminou o
suficiente na nossa consciência coletiva. É uma questão de tempo, mas o melhor seria
que tivesse sido ontem, sobretudo por questões de ordem física (humana e do planeta; em última análise, o Mesmo)
e da nossa consequente vibração.
Ou seja, um planeta em sofrimento irradia sofrimento.
Um corpo alimentado a carne envenenada emana doença, física, emocional, mental e espiritual.
Aqui (leia-se neste blogue) não temos um discurso fundamentalista, radical e em tom apocalíptico.
A questão é simples: ou queremos evoluir ou não queremos.
Por muita curta que seja a nossa vida (que pode não ser!), o que está em causa é a mentalidade à
qual nos agregamos e o futuro que ajudamos a materializar. Porque (certo!) não tenhamos veleidade de eternidade; mas, por outro lado, não nos desresponsabilizemos demasiado.
Não nos descartemos das ações que estão ao nosso alcance (
tão simples!) para mudar o paradigma.
Acredito que o paraíso é aqui mesmo e que estamos a construí-lo a cada segundo que passa.
Acredito que haja mais do que um paraíso (sem contar com o fiscal e os paraísos artificiais)
e que se o "meu" paraíso se harmonizar com o paraíso de alguém, fantástico!
; mas só "fantástico"no termo, porque o paraíso é bem real!
Eu sinto a diferença no meu corpo quando como carne de porco e quando não como
: tenho, de facto, mais energia, mas é uma energia que me perturba e desconcentra.
Além disso, conheci uma porca que batizei de Pérola e uma javalina chamada Carolina que, num
flash,
me meteram no seu coração (talvez maior do que o meu) e, desde então, não "aconteceu" comer carne de porco...
E não, não sou judia ou muçulmana (nada contra!) e, repito, sou flexível q.b. e "de bom garfo".
Os teóricos da "dieta sanguínea" ou "dieta do tipo sanguíneo" (que é uma
teoria ainda em validação,
embora já posta em prática por muitos pelo mundo fora) vão, contudo, um pouco mais
longe e asseveram que a carne de porco é "tóxica" para todos os tipos de sangue.
Isso mesmo: inclusive os indivíduos de sangue tipo O, descendentes da linhagem dos caçadores nómadas
e, portanto, "aconselhados" a comer carne, até para esses a carne de porco terá efeitos toxicantes.
Posto isto, todos sabemos que os toxicómanos, os fumadores, etc., estão ao corrente dos inconvenientes
do seu consumo e persistem num vício que, entretanto, deixaram de reconhecer.
Os nossos corpos são as nossas opções e, curta ou longa, a vida é um conjunto de escolhas
em virtude das circunstâncias, muitas delas construídas por nós.
E, nem a propósito, veio-me parar às mãos um livro que já comprei há uns meses largos, intitulado
"Segredos de Longevidade e Vitalidade" de Rui Rato, que diz o seguinte sobre o consumo da carne (
lato sensu):
"(...) no início a carne não é venenosa, mas tudo o que não se queima rapidamente, converte-se em veneno. Nesta etapa aparecem bactérias e vírus. Este armanezamento de proteínas pode conduzir à uremia, e aos mais diversos problemas do sangue. Um bezerro, apesar de possuir um corpo tremendamente forte só come erva; uma vaca com um enorme esqueleto, só come ervas e constrói a sua estrutura óssea só com ervas. 450 kilos de erva consumida por um bezerro produzem apenas 1 kilo de carne, mas comendo somente 45 kilos de cereais produzimos a mesma quantidade de carne. Porque os cereias são uma forma mais concentrada de energia do que a erva.
Noutras palavras:
Erva--------------Yin Carne--------------Yang
Os americanos consomem uma grande quantidade de carne e como resultado sentem atracção por uma grande quantidade de açucar e outros alimentos extremos yin.
Existem formas práticas e seguras de eliminar os resíduos tóxicos da carne.
- O nabo ajuda a expelir as toxinas do peixe.
- Os cogumelos ajudam a expelir as toxinas das aves e dos ovos.
- A alface ajuda a expelir as toxinas do queijo.
- O cebolinho cru ou cozido ajuda a expelir as toxinas da carne de vaca e ovelha."
É curioso como Rui Rato se refere a "carne", quando abarca outra gama de proteínas, como o peixe,
os ovos e o queijo. O autor, seguidamente, discorre sobre "A MAIOR SUPERSTIÇÃO DO SÉCULO 20: AS PROTEÍNAS", referindo-se, uma vez mais, apenas às proteínas de origem animal.
É, realmente muito esclarecedor e, até a mim, que não sou radical, me deixa a pensar nas "fraquezas da carne"...
; mas, enfim, terá de ficar para um próximo post.
Abraç*